Tempestade, ventos fortes e granizo deixam Região Sul em alerta Ciclone entre Argentina e Oceano Atlântico provoca forte instabilidade Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 09:36 Brasília © Defesa Civil/RS Versão em áudio O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu nesta segunda-feira (21) um alerta vermelho de grande perigo para tempestades, ventos superiores a 100 km/h e queda de granizo em uma região que se estende do sudoeste paranaense até grande parte do Rio Grande do Sul, passando por todo o sul de Santa Catarina. O aumento da instabilidade em toda a região é causado pelo deslocamento de um ciclone extratropical da Argentina ao Oceano Atlântico. No extremo norte e no litoral do Paraná e no norte de Santa Catarina, incluindo Florianópolis (SC), o aviso é laranja de perigo potencial para tempestades. Nas capitais da Região Sul os termômetros marcam mínima de 17 °C, em Curitiba, e máxima de 25 °C nas três capitais. No sudeste brasileiro, toda área de divisa de São Paulo co...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio do Núcleo de Investigação Criminal (Nuinc) e com o apoio da Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (COPOL), da Secretaria da Segurança Pública do Estado, e da Polícia Civil, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17/05), uma operação para desmontar um esquema de lavagem de dinheiro que era comandado de dentro dos presídios e contava com a participação de dezenas de “laranjas”.
A ação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em Fortaleza, Quixadá e em São Paulo. Um dos alvos de prisão preventiva é o homem apontado como líder do esquema, Cláudio Aritana. Ele deixou a CPPL 5 em julho de 2017 após ser beneficiado por livramento condicional. Fugiu para São Paulo e lá foi preso outra vez, depois de cometer novos crimes.
Em São Paulo, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa da amante de Cláudio Aritana, apontada como uma das “laranjas” do esquema de lavagem de dinheiro.
Em São Paulo, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa da amante de Cláudio Aritana, apontada como uma das “laranjas” do esquema de lavagem de dinheiro.
Em Fortaleza, o alvo foi o escritório de um despachante no Centro que funcionava como um cartório clandestino. Segundo as investigações, o responsável trabalharia para o grupo na elaboração de escrituras públicas dos imóveis adquiridos e registrados em nomes de “laranjas”.
Em Quixadá, o mandado de busca e apreensão foi cumprido na casa de uma ex-amante de Cláudio Aritana, identificada pelo Ministério Público como uma das operadoras do esquema criminoso.
Cláudio Aritana cumpriu 15 anos de pena nos presídios do Ceará. Ele respondia por estupro, estelionato e extorsão. De dentro da cadeia, comandava vários apenados que aplicavam estelionatos por telefone e vendiam drogas e celulares dentro de presídios em Pacatuba e Itaitinga.
De acordo com as apurações do Nuinc, com o dinheiro obtido por meio dos crimes, Aritana adquiriu 10 apartamentos, dois veículos, uma casa lotérica, várias joias; e movimentou cerca de R$ 4 milhões nas contas de quatro amantes, que atuavam como “laranjas”, e de outras dezenas de pessoas interpostas.
A primeira fase da Operação Laranjas foi concluída com o recebimento da denúncia contra 11 integrantes da associação criminosa pela 1ª Vara Criminal de Fortaleza por 14 crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. A Justiça também determinou a indisponibilidade dos 10 apartamentos e dos dois veículos adquiridos pelo grupo, visando a garantir um futuro confisco dos bens em favor do Estado do Ceará.
As informações contidas nos documentos e objetos apreendidos e acessadas com a quebra dos sigilos telefônicos, bancários e fiscais serão analisadas para o empreendimento de novas fases da Operação.
Operação Mecenas
Esta ação é o desdobramento da Operação Mecenas, que foi deflagrada em março de 2018 e apurou denúncias de corrupção dentro do sistema penitenciário. Foram apreendidos, na época, drogas, aparelhos celulares, documentos e medicamentos de uso controlado com efeito psicotrópico.
Com informações do MPCE.
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