O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) protocolou nesta quarta-feira (8) uma ação civil pública contra a influenciadora digital Virgínia Fonseca e a plataforma de apostas Blaze. O órgão pede a condenação de ambos ao pagamento solidário de R$ 120 milhões em danos morais coletivos pela divulgação abusiva do site de apostas. De acordo com a ação civil, Virginia e a plataforma sustentam uma "engenharia predatória de exploração" para aproveitar a vulnerabilidade dos apostadores. O promotor de justiça Paulo Binicheski, responsável pelo caso, citou na ação um dos casos que seria irregular e disse que Virginia teria recebido cerca de 30% sobre a perda dos apostadores captados por ela durante a partida entre Argentina e Cabo Verde, válida pela Copa do Mundo. "Em 3 de julho de 2026, durante a Copa do Mundo, a influenciadora Virginia Ellen Fonseca Serrão, então com 56,7 milhões de seguidores no Instagram, divulgou em seu perfil, por meio da ferramenta Stor...
20 DE FEVEREIRO DE 2020 - 13:29 #CGD #CPChoque #IPM #PCCE #PMCE #Polícia Civil #Polícia Militar Do Ceará #PRF #Seplag #SSPDS
A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE) informa que mantém as ações focadas na proteção da população cearense para restabelecer a ordem pública evitando atos de vandalismo e outras condutas de insubordinação por parte de militares no Ceará. A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) segue nas ruas reforçado os trabalhos de policiamento em todo o Estado, assim como parte da Polícia Militar do Ceará (PMCE). Até o momento, quatro policiais militares estão presos e irão responder por atos criminosos. Na madrugada desta quinta-feira (20), um PM foi preso após atear fogo em um veículo particular.
Em torno de 300 Inquéritos Policial Militar (IPM) já foram instaurados e processos disciplinares estão sendo instaurados na Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD). Todos os investigados sofrerão as punições previstas em lei e serão excluídos da folha de pagamento deste mês pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). Os militares que abandonarem o serviço sofrerão as mesmas sanções.
Tropas da Força Nacional de Segurança Pública e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) desembarcam, nesta quinta-feira (20), no Ceará, atendendo a um pedido do governador Camilo Santana ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O reforço será de 300 servidores da Força Nacional e 212 da PRF. As tropas irão realizar policiamento ostensivo e repressivo, pelos próximos 30 dias, em atuação complementar às forças de segurança do Ceará. O primeiro grupo já se encontra no Ceará. Uma outra parte dos profissionais chega na tarde de hoje.
Prisões
Na madrugada desta quinta (20), uma equipe da Delegacia Regional do Crato deteve um policial militar suspeito de atear fogo em um veículo, na cidade de Crato, na região do Cariri. Conforme relatado pela vítima, a motivação do crime seria uma crítica feita por ela, em uma rede social, contra os motins ocorridos no Estado. O soldado José Horlandio Dantas Moreira (29) foi preso e autuado em flagrante pelo crime de incêndio, que prevê pena de três a seis anos e multa.
Ainda na madrugada de hoje, um grupo de pessoas encapuzadas adentraram o quartel do Regimento de Polícia Montada Coronel Moura Brasil, na tentativa de sequestrarem as viaturas, mas foram impedidos por policiais militares que estavam de serviço na unidade. Durante a ação, algumas viaturas tiveram seus pneus avariados, mas nenhum veículo da Polícia Militar foi capturado pelos invasores. Todas as providências para a troca dos pneus já estão sendo tomadas a fim da retomada dos serviços.
Após audiência de custódia realizada nesta quinta (20), o Poder Judiciário do Estado do Ceará manteve as prisões dos três policiais militares que foram detidos,na terça passada (18). Os soldados Jardeson Feitosa Tabusa,Francier Sampaio de Freitas e José Carlos Soares de Morais foram presos em flagrante por equipes do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) após secarem os pneus de uma viatura da PMCE. Os militares estavam armados com armas da Corporação. Eles foram autuados no artigo 149, parágrafo único, do Código Penal Militar (CPM), com pena prevista de 8 a 20 anos, além de ser passível de demissão.
Outros crimes que tenham envolvimento de militares como autores ou partícipes estão em apuração neste momento.
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