Com manhã de atividades táticas, Ceará dá sequência à preparação para confronto com o Goiás Elenco alvinegro ainda tem dois dias de treinamentos ante do duelo Foto: Foto: Gabriel Silva/Ceará SC Mais uma etapa da preparação alvinegra para o confronto com o Goiás concluída. Na manhã deste sábado, 24, o elenco comandado por Daniel Paulista realizou mais um trabalho com foco no duelo da próxima terça-feira, 27, pelo Campeonato Brasileiro Série B. Na quarta atividade de preparação para a partida, o foco da comissão técnica se voltou para a parte tática do jogo. Foi o primeiro treinamento desta natureza na atual semana de trabalho. Antes de entrar em campo na próxima terça-feira, 27, o Vozão ainda treinará em duas ocasiões. Na primeira delas, a exemplo de hoje, o treino com bola será no período da manhã, enquanto na segunda-feira, atividades à tarde.
A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, em sessão extraordinária especial na tarde desta terça-feira (03/03), a proposta de emenda constitucional (PEC) de autoria do Poder Executivo que veda a anistia administrativa para policiais e bombeiros militares envolvidos em movimento ilegítimo de paralisação ou motim.
A proposta foi aprovada em dois turnos por 34 votos a favor, dois contrários ‒ dos deputados Soldado Noelio (Pros) e Delegado Cavalcante (PSL) ‒ e uma abstenção ‒ do deputado David Durand (Republicanos).
A PEC nº 01/2020 recebeu duas emendas, uma do deputado Guilherme Landim (PDT) e outra do deputado Queiroz Filho (PDT).
A emenda nº 01/2020, de autoria do deputado Guilherme Landim (PDT), proíbe a tramitação legislativa de projetos que concedam aumento remuneratório ou vantagens funcionais para policiais e bombeiros militares em situações de motins, paralisações e revoltas. Contudo, o texto não atinge a última paralisação, encerrada na noite de domingo (01/03).
Já a emenda nº 02/2020, do deputado Queiroz Filho (PDT), amplia o campo de proibição de anistia, vedando a concessão administrativa ou legal de todo e qualquer tipo de anistia ou perdão por infrações disciplinares cometidas por servidores militares envolvidos em movimentos ilegítimos ou antijurídicos de paralisação, motim, revolta ou outros crimes de natureza militar que atentem contra a autoridade ou disciplina militar.
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