1º de Maio em Fortaleza mobiliza trabalhadores por fim da escala 6x1 Ato unificado será realizado nesta sexta-feira (1º), às 15h, no Espigão da Rui Barbosa, com pautas que incluem direitos trabalhistas, combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres e transporte público Compartilhe Publicado: 29 Abril, 2026 - 10h11 Escrito por: Redação CUT | Editado por: Tarcísio Aquino Fortaleza recebe, nesta sexta-feira (1º), o ato unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais. A concentração está marcada para as 15h, no Espigão da Rui Barbosa, na Praia de Iracema. A mobilização integra a agenda nacional do 1º de Maio, que ocorre em diversas cidades do país com foco na ampliação de direitos e na valorização do trabalho. Entre as principais reivindicações estão o fim da escala 6x1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate à precarização e à pejotização, além da defesa do ...
Com apenas um ano e três meses de vida, Francisco Bernardo Cid Lopes já tem muita história para contar. Nascido prematuro de 27 semanas, o bebê passou por quatro reinternações em razão de complicações cardiorrespiratórias. No dia 30 de abril, mais uma vez a criança precisou ser internada. Desta vez, por ter sido diagnosticada com coronavírus.
Após um período de tratamento na Clínica Pediátrica do Hospital Regional Norte (HRN), da rede pública da Secretaria da Saúde do Ceará, do Governo do Estado, Governo do Estado, administrado pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), Bernardo evoluiu bem e recebeu alta na última terça-feira (12). Sob aplausos da equipe, a criança foi para casa nos braços da mãe, a dona de casa Luiza Luana Furtado Cid Lopes, 32, com uma placa que trazia a frase “sou prematuro extremo e venci a Covid-19″.
Luana conta que morava no Rio de Janeiro e chegou ao Ceará no dia 20 de abril para morar próximo à família em Hidrolândia, a 118 km de Sobral. “Muito complicado ver meu filho hospitalizado porque ele já foi internado algumas outras vezes e a gente fica apreensiva, angustiada. Na mentalidade de uma mãe, o medo é que seu filho não sobreviva. Tomei um susto, mas agradeço porque ele recebeu um bom atendimento”, ressalta Luana Cid.
Prevenção
Segundo a médica pediatra do HRN, Thais Saldanha, estudos iniciais mostram que crianças com comorbidades cardiorrespiratórias estão mais suscetíveis a complicações decorrentes da Covid-19. Portanto, os casos suspeitos da doença devem ser encaminhados para uma unidade hospitalar se houver agravamento dos sintomas. “Em caso de dificuldade para respirar ou sinais de desidratação, como diminuição da diurese, recusa de líquidos, irritabilidade ou sonolência excessiva”, afirma.
A médica explica que o distanciamento social é fundamental para reduzir o risco de contaminação das crianças. “O mais importante é respeitar a medida, evitando não só o contato direto das crianças com outras pessoas, mais também de seus cuidadores. Em caso de extrema necessidade de sair do domicílio para consultas médicas, por exemplo, crianças maiores de dois anos também devem usar máscara e seguir todas as recomendações de higiene preconizadas pelo Ministério da Saúde”, completa.
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