O FUTURO DO LUXO IMOBILIÁRIO NO BRASIL Por Sacha Myrna – CEO X Metros Quadrados O luxo deixou de ser visível. Agora ele precisa ser justificável. O mercado imobiliário de alto padrão no Brasil atravessa uma transformação silenciosa, e profundamente estratégica. Durante décadas, o valor de um imóvel de luxo foi sustentado por elementos tangíveis: metragem, localização e padrão construtivo. Hoje, embora esses fatores ainda sejam relevantes, eles já não são suficientes para justificar preços cada vez mais elevados. Segundo dados recentes da Brain Inteligência Estratégica, mais de 62% dos compradores de alto padrão no Brasil afirmam estar dispostos a pagar mais por imóveis que ofereçam personalização, experiência e diferenciação real, ou seja, o luxo deixou de ser apenas produto. Passou a ser percepção de valor. Branded residences: um ativo que combina marca, serviço e liquidez As branded residences, empreendimentos associados a marcas globais de luxo como redes hoteleiras, gri...
Mais de 42,7 mil pessoas (42.720) morreram por causa da covid-19 no Brasil. A informação é do Ministério da Saúde e está disponível na internet. De acordo com a atualização após às 18h deste sábado (13), 892 novos óbitos foram registrados de ontem para hoje.

O balanço totaliza 850.514 casos de contaminação pelo novo coronavírus, 21.704 novos em 24 horas. Segundo o ministério, 379.245 pessoas recuperaram a saúde depois da infecção.
Nas últimas 24 horas, o ministério registrou mais 25.982 casos da doença e 909 novas mortes.
A incidência da doença é de 404,7 casos por 100 mil habitantes, e a taxa de mortalidade é de 20,3 casos no mesmo universo. A letalidade da doença é de 5% das contaminações.
A Região Nordeste registra um total de 300.568 casos de infecção pela covid-19, seguida pela Região Sudeste com 298,257 casos. No Norte do país, somam 175.875 casos. No Centro-Oeste, 38.658 casos. E no Sul, 37.156.
O Estado de São Paulo, o mais populoso e com maior número de contaminações, concentra 172.875 mil casos, 10.581 mortes.
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