João Munhoz Neto é preso após morte de Isabelle Caracristi em Fortaleza Namorado da universitária foi detido após a Polícia Civil pedir a prisão preventiva; investigação apura as circunstâncias da morte da jovem de 22 anos João Munhoz Neto , namorado da estudante de Direito Isabelle Caracristi , foi preso nesta terça-feira (22), em meio à investigação sobre a morte da universitária de 22 anos. A prisão ocorre após a Polícia Civil do Ceará ter solicitado a prisão preventiva do homem, que vinha sendo procurado pelas autoridades desde o avanço das diligências relacionadas ao caso. Isabelle foi encontrada morta no dia 13 de setembro, na área externa do condomínio onde morava com João e familiares dele, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A investigação ainda busca esclarecer como ocorreu a queda que provocou a morte da jovem e quais circunstâncias antecederam o episódio. A prisão de João representa uma nova etapa da investigação, mas não substitui a análise dos elementos periciais e das...
Polícia Federal prendeu em flagrante delito, na manhã desta sexta-feira, 19/6, na capital cearense, uma mulher, de 23 nos, com a quantia de R$ 7 mil, distribuída entre notas R$ 100, R$ 50 e R$ 20 , em cédulas falsas.
A PF identificou uma possível remessa de dinheiro falso para o Ceará por via postal. Realizadas as investigações pertinentes, a suspeita foi surpreendida no momento em que em que recebia a encomenda no endereço indicado como destinatário.
Depois de autuada em flagrante, a presa foi encaminhada à sede da Superintendência Regional da PF no Ceará e responderá perante a Justiça Federal pelo crime de moeda falsa, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão e multa.
A PF identificou uma possível remessa de dinheiro falso para o Ceará por via postal. Realizadas as investigações pertinentes, a suspeita foi surpreendida no momento em que em que recebia a encomenda no endereço indicado como destinatário.
Depois de autuada em flagrante, a presa foi encaminhada à sede da Superintendência Regional da PF no Ceará e responderá perante a Justiça Federal pelo crime de moeda falsa, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão e multa.
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