O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Cearense participa do Festival Klorokkada, que reúne mais de 60 artistas de 12 Estados e dos EUA, em evento online e gratuito
O coletivo Bicuda, de Campinas (SP), comemora 2 anos com o Festival Klorokkada. É online, gratuito, reúne mais de 60 artistas entre cantores, DJs, performers e artistas visuais de 12 Estados brasileiros e duas atrações internacionais. Acontece de 14 a 16 de agosto, próximo fim de semana. Entre os shows, temos Ava Rocha e Jup do Bairro. Os DJs e performers ou artistas visuais se apresentam simultaneamente. A cearense Ellícia faz parte da programação.
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