O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Na manhã desta segunda-feira (12/10), apoiadores e membros da equipe de campanha de José Sarto (PDT) à Prefeitura de Fortaleza realizam caminhada no bairro Ancuri. Logo mais, às 17h, o candidato a vice-prefeito, Élcio Batista (PSB), participa de Invasão Criativa na Cidade 2000. Em seguida, às 18h, será realizada uma carreata pelos bairros Pirambu, Cristo Redentor e Barra do Ceará, com a participação de Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.
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