O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A vacinação dos profissionais de saúde no Hospital Regional Norte (HRN), do Governo do Ceará, administrado pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), segue nesta quarta-feira (27). Mais de 650 colaboradores já foram imunizados.
Para os colaboradores, a emoção é o principal sentimento. "É emocionante estar sendo vacinada. É uma esperança de que vamos vencer esta doença", avalia a técnica de enfermagem da UTI Adulto do HRN, Patrícia Oliveira Aragão, 33. A enfermeira do Centro Cirúrgico do HRN, Rosa Ester Fontenele, 40, garante que a vacina é uma dose de esperança. "É uma benção muito grande. É uma dose de esperança para todos nós", ressalta.
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