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Edital de Transferência Interna 2027.1 oferta 161 vagas em 70 cursos; inscrições de 23 a 29 de outubro

  Edital de Transferência Interna 2027.1 oferta 161 vagas em 70 cursos; inscrições de 23 a 29 de outubro Podem participar estudantes de cursos de graduação presencial da UFC com vínculo ativo no semestre 2026.2 Terça, 20 outubro 2026 17:25 Atualização: Terça, 20 outubro 2026 17:25 Escrito por Secom UFC Enviar para o Whatsapp Enviar para o Facebook Enviar para o Twitter Enviar para o Telegram Enviar para o LinkedIn A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Ceará (UFC) divulgou, nesta terça-feira (20), o Edital nº 37/2026 , referente ao processo seletivo de transferência interna (mudança de curso), para ingresso no primeiro semestre letivo de 2027. São ofertadas 161 vagas em 70 cursos de graduação presencial , dos campi do interior e da capital cearense. A participação neste processo seletivo é destinado a estudantes de cursos de graduação presencial da UFC com vínculo ativo – por matrícula regular, institucional ou trancada – no semestre 2026.2 . A seleção é e...

Supremo garante porte de arma para guardas municipais

  Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão que garantiu porte de armas de fogo para todos os guardas municipais do país.

De acordo com decisão publicada hoje (1º), por maioria de votos, o plenário virtual da Corte referendou liminar proferida pelo ministro Alexandre de Moraes. Em 2018, o ministro suspendeu dois artigos do Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003, que limitava o porte de armas com base no número de habitantes do município. 

Pela norma, os guardas das capitais e de municípios com mais de 500 mil habitantes conseguiram autorização para andar armados durante o trabalho e nos momentos de folga. Quem trabalhava em municípios com mais 50 mil e menos de 500 mil pessoas só poderia usar armamento em serviço. Por sua vez, nos lugares com menos de 50 mil habitantes, o porte foi totalmente proibido.

A decisão foi motivada por uma ação do DEM. Ao entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade, o partido alegou que o estatuto criou uma restrição ilegal ao porte de arma entre uma mesma categoria de integrantes da segurança pública.

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