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Anvisa suspende corticoide e remédio para colesterol; veja quais lotes Agência também proibiu venda de compostos sem registro sanitário

  A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda-feira (18) a comercialização, distribuição e uso de medicamentos depois de notificações de problemas em lotes específicos de produtos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed. No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50), utilizado como corticoide anti-inflamatório. A empresa informou o recolhimento voluntário do lote 25091566 após identificar escurecimento da solução quando o produto é diluído em associação com determinados medicamentos. Já a Cimed comunicou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina cálcica 40mg e Rosuvastatina 20 mg, ambos utilizados para controle do colesterol. Segundo a empresa, houve suspeita de mistura de embalagens com cartuchos de Rosuvastatina identificados em lote de Atorvastatina. A Anvisa também suspendeu a comercialização, distribuição e uso dos produtos rel...

Hoje é Dia Mundial da Atividade Física

 

- Atividade física é sinônimo de saúde mental, autoestima e sistema imunológico saudável

- Pacientes do SUS e seus familiares também são beneficiados pelo CPD

 

Já é comprovado que a atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde e, em tempos de pandemia, ela se tornou essencial para a saúde mental, autoestima e até mesmo para ajudar a fortalecer o sistema imunológico.

Para as comorbidades crônicas não transmissíveis uma rotina que inclui exercícios físicos é fundamental. Pensando nisso, o Correndo pelo Diabetes, organização sem fins lucrativos, desenvolveu programas que têm como objetivo estimular a prática regular de atividade física como ferramenta de promoção da saúde e inclusão da pessoa com diabetes.

Uma equipe multidisciplinar faz o acompanhamento do participante e desenvolve com ele programas personalizados de atividade física. Também são disponibilizadas aulas de Yoga, de fortalecimento muscular, rodadas de educação em diabetes e acompanhamento de treinos específicos com acompanhamento de educador físico. “O Correndo pelo Diabetes precisa ser ampliado e, por isso, estamos estudando a inclusão de outros esportes a fim de comportar os diferentes gostos por práticas de atividade física”, comenta o fundador e CEO do CPD, Bruno Helman.

Desde a fundação, em 2018, mais de 2 mil pessoas já foram impactadas pelo Programa, que oferece ainda assistência de médicos, nutricionistas e psicólogos. “Precisamos entender a saúde de forma global”, enfatiza Helman.

Pacientes do SUS: Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e seus familiares também são beneficiados pelo CPD, que oferece bolsas integrais de atividade física multidisciplinar.

“Neste caso, fomos além da atividade física, pois entendemos que a ‘correria’ que envolve o diabetes é bem mais ampla. Já arrecadamos mais de R$ 60 mil que se transformaram em cestas básicas contendo alimentos, produtos de limpeza, tiras de glicemia e seringas. Conseguimos – até o momento – beneficiar mais de 300 famílias do Estado do Rio de Janeiro em situação de vulnerabilidade social e que fazem parte do grupo de risco para Covid-19”, conta Hugo Almeida, diretor executivo do CPD e ultramaratonista com diabetes tipo 1.

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