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Anvisa libera produtos da Ypê produzidos a partir de janeiro de 2026 Resoluções atualizam a suspensão determinada em abril

  A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou, nesta segunda-feira (22), o status de produtos da marca Ypê que tiveram comercialização e uso suspensos em abril deste ano. As resoluções liberam detergentes e desinfetantes de lotes terminados em 1, e produzidos a partir de 1º de janeiro de 2026. “A medida foi adotada depois da apresentação, pela empresa, de laudos satisfatórios para todos os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos este ano”, informou a Anvisa em nota. Confira, a seguir, a lista de produtos liberados: Lava-louças com enzimas ativas Ypê Lava-louças Ypê Lava-louças concentrado Ypê Green Lava-louças Ypê toque suave Desinfetante  Bak Ypê Desinfetante Pinho Ypê Determinada em 1º de abril, a suspensão atingiu detergentes, desinfetantes e lava-roupas da marca, produzidos pela Química Amparo Ltda, de lotes com numeração final 1. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Recolhimento voluntário Em relação aos lava-roupas, a Anvisa infor...

*Setor de materiais de construção civil mostra sua essencialidade no período da pandemia e cresce cerca de 11%*





Mesmo em pandemia, aqui no Brasil, o setor de construção civil não parou. Considerado como essencial, esse foi um dos únicos setores que ficou bem ativo durante todo este período, ajudando assim, a movimentar a economia e a geração de empregos com a venda de materiais. 


No Ceará não foi diferente. De acordo com a Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (ACOMAC-CE), em nosso estado foi faturado cerca de 3,5 bilhões de reais no setor, movimentando, assim, as   vendas das 4.300 lojas do setor de materiais de construção. O crescimento neste período de pandemia foi de cerca de 11%.


“Com as pessoas em home office, sentiu-se uma necessidade de manutenção das residências e fez com que as famílias, passassem a cuidar mais de suas casa. E as estruturas públicas como: hospitais, clínicas e postos de saúde, também precisaram de materiais para a manutenção, além da indústria e outros segmentos que permaneceram funcionando total ou parcialmente, englobando ainda farmácias e supermercados. Com isso se obteve um crescimento do setor comemorável”, ressalta Lavanery Wanderley, presidente da ACOMAC-CE.


Para o varejo de materiais de construção, chama atenção o desempenho do consumo das famílias, de estarem construindo e fazendo a manutenção de suas residências. 


Segundo os dados da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), se a atividade econômica permanecer nos níveis do primeiro trimestre até o final do ano, o PIB terá alta de mais de 4% e o consumo das famílias, alta em cerca de 3% em 2021, por conta do chamado efeito-carregamento.


“As atividades do setor de serviços, mostraram a sua essencialidade para as pessoas e vem sendo forte aliado no crescimento da economia do país”, reforça Lavanery.

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