Pular para o conteúdo principal

Uma caminhada que segue

  UMA CAMINHADA QUE SEGUE By Lenilson Santos 11 de outubro de 2026 O acesso a Série B não veio desta vez, mas a campanha do Floresta em 2026 deixa marcas importantes na trajetória do clube. Desde 2021, o Lobo da Vila segue na disputa do Campeonato Brasileiro Série C, consolidando sua presença entre as principais equipes do país. Pelo segundo ano consecutivo, o Verdão da Vila chegou à segunda fase e lutou até a última rodada por uma vaga na Série B. Uma caminhada construída com trabalho, constância e confiança nos processos. Porque evoluir também significa permanecer competitivo, aprender com cada desafio e seguir acreditando naquilo que está sendo construído. O objetivo não foi alcançado, mas o trabalho continua. Seguimos juntos, fortalecendo o Floresta e preparando os próximos passos.

Após pedido do MPCE, Justiça decreta prisão preventiva de professor que abusou sexualmente de alunas no município de Graça

 Logo do MPCE

Em resposta à manifestação do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Graça, a Justiça acatou pedido do MP e decretou a prisão preventiva, nesta quarta-feira (07/07), do professor de música Renato Augusto de Abreu, indiciado por estupro de vulnerável e preso hoje no município de Mucambo. O pedido de prisão, feito pelo promotor de Justiça Oigrésio Mores, indica que o acusado aproveitava-se da condição profissional em escola pública da cidade de Graça para praticar atos libidinosos contra alunas menores de 18 anos. 

Em 18 de dezembro de 2020, o professor foi denunciado pelo MP porque, em agosto do mesmo ano, praticou ato libidinoso diverso de conjunção carnal com uma menina de 10 anos de idade. Nas investigações, ficou constatado que ele também havia praticado atos libidinosos contra três adolescentes de 13 anos e uma de 17, à época dos fatos, no município de Graça. Para cometer os abusos sexuais, o professor ficava a sós com as vítimas, afirmando que daria aulas particulares em sua casa ou chamando as alunas para salas da escola sem câmeras e afastadas. 

Na última terça-feira (06/07), o Ministério Público pediu a prisão preventiva do professor, para garantia da ordem pública, com base no artigo 312 do Código de Processo Penal, e devido à alta possibilidade de o infrator esquivar-se da aplicação da lei penal. Isso porque o professor estava residindo no município de Mucambo desde que tomara conhecimento do inquérito policial instaurado e que os fatos ganharam repercussão pública. A gravidade concreta dos crimes, o modus operandi e a reiteração delitiva autorizaram, no entendimento do MP, a decretação da prisão. 

Comentários