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Exposição reelabora terror com obras de artistas LGBT+ em Fortaleza População reinventa o medo como força de criação

  Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens. O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos. “Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse. Medo do diferente Dilace...

Caso DJIvis

 Iverson de Souza Araújo, mais conhecido como #DJIvis, agrediu a mulher Pamella Holanda, de 27 anos, em 1° de julho, e, no dia seguinte, teria a ameaçado com uma faca. Segundo fontes, a polícia foi chamada e ambos foram levados à delegacia metropolitana de Eusébio, no Ceará.


Ainda, na delegacia, ela teve todo o apoio da equipe da policia, que a levou para uma sala reservada, tentou acalmá-la, mas ainda assim ela não queria sequer estar no mesmo prédio que o agressor, estava com muito medo e tensa pelo o que tinha acabado de acontecer.


Pamella, então, resolveu que precisava sair daquele local, da delegacia, temia represálias se ele fosse preso e, antes de prestar o depoimento e fazer o corpo de delito, o que teria marcado o flagrante, retirou-se da delegacia.


Notada a ausência da vítima, os policiais junto à escrivã, foram até a casa da Pamella para pedir que esta retornasse para configurar o flagrante, mas relatou seu temor e pediu que o tirassem de casa e o impedisse de chegar perto dela, pois estava com muito medo do que lhe aconteceria se tivesse permanecido na delegacia e até mesmo retornar naquele momento. O que foi feito pela equipe da delegacia. No dia seguinte, mais calma, a Sra. Pamella entrou em contato conosco e a instruímos a prestar depoimento e realizar o corpo de delito, o que prontamente fora feito, mas que, infelizmente, não configurava mais o flagrante.


Ela desejava fazer os trâmites que pudessem dar prisão a ele, quando estivesse a acompanhada de alguém que pudesse lhe proteger ou lhe dar apoio físico e psicológico, mas sem celular já que o mesmo quebrou, e assustada, achou que se fizesse no dia seguinte ainda configuraria o flagrante.


No dia 4 de julho, a Justiça do Ceará emitiu uma medida protetiva em caráter de urgência a favor de Pamella e de sua filha, Mel, de apenas 9 meses. Instruído por seus advogados, Ivis retirou todos seus pertences de casa, inclusive todo o dinheiro guardado.





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