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Governo mantém elevação de tarifas a carro elétrico e renova cota zero Camex prevê US$ 463 mi em importações sem imposto por seis meses

  Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) manteve o cronograma de aumento das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos. O órgão, no entanto, aprovou a recriação de uma cota de importação com alíquota zero para modelos desmontados e semidesmontados. A medida terá validade por seis meses a partir de 1º de julho do próximo ano e contempla um limite de US$ 463 milhões em veículos nos regimes CKD e SKD, que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil. Tarifas chegam a 35% Segundo o Gecex, os veículos eletrificados semidesmontados (SKD) terão a tarifa de importação elevada para 35% a partir de julho. Já os modelos desmontados (CKD) continuarão com alíquota de 14% até o fim de 2026, passando também para 35% em janeiro de 2027. A cota adicional com imposto zerado terá o mesmo valor do mecanismo que vigorou até janeiro deste ano. Acima do limite autorizado, continuam valendo as tarifas previstas no cronograma oficial. A decisão não in...

QSeleção feminina enfrenta Holanda neste sábado na Olimpíada

 A seleção feminina de futebol dá mais um passo em busca da inédita medalha de ouro na modalidade, em jogo contra a Holanda, a partir das 8h (horário de Brasília) no Estádio de Miyagi, válido pela 2ª rodada do Grupo F da Olimpíada de Tóquio (Japão).

Este confronto tem grande importância, pois o vencedor encaminha a liderança da chave, já que os dois times venceram na estreia (o Brasil fez 5 a 0 na China, enquanto a Holanda superou Zâmbia por 10 a 3).

A experiente volante Formiga, que participa de sua sétima edição dos Jogos afirmou em entrevista coletiva que o jogo desse sábado será totalmente diferente. “Sabemos que a Holanda tem o meio e o ataque extremamente potentes. A Pia sempre pede para mantermos o time muito compactado, no meio principalmente. Isso será vital nessa partida. Precisamos roubar a bola o mais rápido possível e partir para os contra-ataques, já que considero que a zaga é o ponto mais fraco do time delas. Outro fato importante é a comunicação. Precisamos ter uma equipe bem organizada. Com certeza o jogo não vai ser nada fácil”, afirmou a meio-campista.

Já a técnica Pia Sundhage fez questão de destacar as qualidades das rivais: “É o adversário mais difícil do nosso grupo. Elas têm várias boas jogadoras no setor ofensivo. Lembro de 2017, quando treinei a Suécia contra a Holanda, e elas nos eliminaram nas quartas de final da Eurocopa, e acabaram campeãs. E estamos falando também do segundo melhor time do mundo. Elas jogaram a final da Copa há dois anos e têm as mesmas ótimas jogadoras e uma ótima técnica”.

A comandante da seleção brasileira evitou antecipar a escalação para o confronto. “Não tenho certeza de quantas alterações faremos em relação à estreia, mas o que sei é que teremos mais jogadoras vindo do banco dessa vez. Queremos estar preparadas para o terceiro jogo também, e ter opções para renovar a equipe. Se tivermos a oportunidade de penetrar no último terço com nossa velocidade, não será tão difícil para as defensoras centrais. Tudo depende do jogo, das mudanças com as substitutas, mas também temos que planejar a partida contra a Zâmbia”, afirmou.

Na última vez que Brasil e Holanda mediram forças, no Torneio Internacional da França, o placar foi um empate por 0 a 0. “Optamos por um 4-3-2-1. Nós misturamos um pouco e decidimos jogar num 4-4-2 atualmente. É uma grande diferença. Se você olhar para o meio-campo, nós estamos mais sólidas defensivamente em comparação àquele jogo”, concluiu Pia Sundhage.

Edição: Fábio Lisboa

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