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Morte do fisiculturista Gabriel Ganley é investigada como suspeita Caso foi registrado no 42º Departamento de Polícia de SP

  O fisiculturista e influenciador digital Gabriel Ganley, de 22 anos, foi encontrado morto em sua casa, na rua da Mooca, na zona Leste da capital paulista. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo , o caso ocorrido nesse sábado (23) foi registrado no 42º Departamento de Polícia como morte suspeita. “A vítima foi localizada caída no chão da cozinha pelo amigo. Não foram encontrados sinais aparentes de violência no local”, disse, em nota, a SSP. A Integralmedica, marca de suplementos que o patrocinava, lamentou em nota o ocorrido.   “Hoje perdemos muito mais do que um atleta talentoso e dedicado, com um futuro brilhante pela frente. Perdemos um influenciador do esporte que inspirava milhares de jovens diariamente com sua energia, disciplina e autenticidade.”

Hospital de Campanha do Estádio Presidente Vargas em Fortaleza -Operação Cartão Vermelho 2 combate desvio de recursos públicos no contexto da pandemia de Covid-19

 A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), deflagrou a Operação CARTÃO VERMELHO 2, nesta segunda-feira (23/8), com objetivo de desarticular grupo investigado por crimes de corrupção, malversação/desvio de recursos públicos federais e fraude em procedimento de dispensa de licitação, no contexto do enfrentamento ao coronavírus, em específico no Hospital de Campanha montado no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza/CE.

Cerca de 35 policiais federais e 8 servidores da CGU estão cumprindo 7 mandados de busca e apreensão, em domicílios de investigados, em Fortaleza/CE e Brasília/DF, com a finalidade de instruir inquérito policial que apura indícios de atuação criminosa de servidores públicos, dirigentes de organização social sediada em São Paulo, contratada para gestão do hospital de campanha, e empresários.

As investigações tiveram início em 2020 e, a partir dos dados coletados e analisados pela PF e CGU na primeira fase da Operação Cartão Vermelho, deflagrada em novembro de 2020, foram reforçados indícios de conluio entre os investigados para direcionar escolha de organização social, com pagamentos superfaturados, transações com empresas de fachada, desvio de recursos públicos federais e enriquecimento ilícito dos investigados.

As investigações continuam com análise do material apreendido na operação policial e do fluxo financeiro dos suspeitos.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude à licitação, peculato, ordenação de despesa não autorizada por Lei e organização criminosa, e, se condenados, poderão cumprir penas de até 33 anos de reclusão.

Haverá atendimento à imprensa hoje, às 10h30, na Superintendência da Polícia Federal no bairro de Fátima, em Fortaleza/CE

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