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Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agressões Delegado que conduziu investigação abriu 2º dia de julgamento

  O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...

Semasp desmente notícias sobre cobrança da taxa de lixo em Juazeiro do Norte

 



O Município, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos - Semasp, desmente notícias sobre a cobrança de taxa para a coleta de lixo em Juazeiro. O serviço continuará sendo prestado à população sem qualquer cobrança de taxas específicas e diretas ao cidadão.  


A pasta afirma, ainda, que no ato da contratação, a atual responsável pela limpeza pública da cidade apresentou todas as certidões e comprovações necessárias ao exercício da atividade. A Secretaria reforça que não está  programado nenhum aditivo ao contrato e o valor praticado hoje permanecerá inalterado até o fim do acordo estabelecido. 


Os valores repassados à empresa são da ordem de R$2,4 milhões mensais. Este total compreende atividades de coleta do lixo domiciliar, poda de árvores, capinação dos logradouros públicos, além da pintura de meio-fio. O contrato foi firmado garantindo uma economia de mais de R$ 500 mil mensais aos cofres do executivo juazeirense.

 

A Semasp aproveita, também, para informar que os materiais recolhidos continuam sendo descartados no aterro controlado de Juazeiro, que vem passando por uma série de adequações.

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