O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Cuiabá deu um importante passo para fugir do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Fortaleza por 1 a 0, na noite desta segunda-feira (6) na Arena Pantanal, em partida da 37ª (e penúltima) rodada da competição.

Com mais estes três pontos o Dourado alcançou a 15ª posição com 46 pontos, três a mais do que os 43 do Juventude, a primeira equipe no Z4, na 17ª posição. Já o Tricolor permanece na 5ª posição com 55 pontos após o revés.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.