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Gastos de turistas estrangeiros no Brasil soma R$ 25 bi em cinco meses País recebeu quase 5 milhões de visitantes de janeiro a maio

  Os gastos de turistas internacionais no Brasil bateram recorde histórico entre janeiro e maio deste ano, atingindo R$ 25 bilhões. De acordo com o Ministério do Turismo, o valor é 11% maior em comparação ao mesmo período do ano passado, quando os gastos somaram R$ 22,6 bilhões. Também no mês de maio, os gastos foram recordes, da ordem de R$ 4,08 bilhões, mostrando aumento de 19% sobre o valor registrado no mesmo mês de 2025 (R$ 3,42 bilhões). Os dados foram analisados pelo ministério e divulgados pelo Banco Central. Houve ainda aumento no fluxo de turistas estrangeiros para o país. Em maio, foi registrada a entrada de 486.262 visitantes internacionais, melhor desempenho da série histórica para o mês, com alta de 5,4% em relação a maio do ano passado (461.341 turistas). No acumulado janeiro-maio deste ano, o Brasil recebeu quase 5 milhões de turistas internacionais, mantendo o nível do mesmo período de 2025. Chineses Os dados apontam ainda para alta de turistas chineses em maio de ...

Rodízio de abastecimento de água é retomado em Curitiba

 A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) retomou nesta terça-feira (4) o rodízio no abastecimento de água em Curitiba e região metropolitana. A medida havia sido suspensa no dia 23 de dezembro por conta das festas de fim de ano. Ao todo, foram 12 dias de suspensão.


O racionamento será no modelo de 60 horas de abastecimento (dois dias e meio) por 36 horas de interrupção (um dia e meio).

A medida, que vem sendo adotada desde meados do ano passado, por causa da crise hídrica no abastecimento dos reservatórios que alimentam a região metropolitana, abrange cerca de 3,5 milhões de consumidores.

De acordo com a Sanepar, o nível dos reservatórios do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (Siac) chegou a melhorar ao longo das últimas semanas, mesmo com a suspensão do racionamento, saindo de 66,14% para 67,82%. Os motivos seriam o aumento das chuvas e a redução no consumo pela população. 

Edição: Nádia Franco

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