Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso especial do Comité Interprofessionnel du Vin de Champagne (CIVC) que buscava proibir uma empresa brasileira do ramo de vestuário de utilizar a denominação "champagne" em sua marca. O colegiado entendeu que a proteção da indicação geográfica da bebida está restrita ao seu ramo de atividade e que não há risco de confusão entre empresas que atuam em negócios distintos. De acordo com o CIVC, a utilização do nome configuraria aproveitamento parasitário e diluição da denominação de origem, causando prejuízo à coletividade titular da identidade. A entidade requereu que a empresa fosse proibida de usar a expressão, sob pena de multa diária, e que lhe pagasse uma indenização por danos morais. Os pedidos foram rejeitados em primeira e segunda instância. Entre outros fundamentos, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) considerou que as empresas atuam em ramos distintos, o que afasta a possibilidade ...
Em partida movimentada na Arena Pantanal, em Cuiabá, a Supercopa foi decidida nos detalhes entre Atlético-MG e Flamengo. Depois de empate por 2 a 2 nos 90 minutos, a disputa por pênaltis envolveu todos os jogadores que estavam em campo e só foi definida quando Vitinho desperdiçou sua segunda cobrança. O Galo venceu por 8 a 7 e conquistou o título inédito. O Rubro-Negro havia vencido as duas primeiras edições da competição.

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