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STF suspende determinação de retorno de criança ao Reino Unido em caso com indícios de violência doméstica Ministra Cármen Lúcia levou em conta decisão do STF que impede aplicação imediata da Convenção da Haia em situações de risco à integridade da mãe e dos filhos

  Foto: Antonio Augusto/STF A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu decisão da Justiça Federal que havia determinado a devolução imediata de uma criança ao pai, no Reino Unido. A medida foi concedida na Reclamação (RCL) 95443 , proposta pela mãe, ítalo-brasileira, que veio com filha para o Brasil. O caso A criança nasceu em Londres, em outubro de 2019, filha de pai italiano e mãe ítalo-brasileira. O casal se separou em maio de 2023 e atualmente está divorciado. Após a separação, a Justiça inglesa autorizou que ambos viajassem ao exterior com a filha nos períodos de convivência, desde que apresentassem roteiro detalhado e informações sobre hospedagem. Nesse contexto, os pais acordaram que a mãe poderia vir ao Brasil com a criança nas férias. A viagem ocorreu em agosto de 2025. Depois de chegar ao Brasil, porém, a mãe pediu autorização ao pai para permanecer no país com a filha e comunicou a intenção de não retornar ao Reino Unido. O pedido teria sido re...

Kremlin chama protesto antiguerra na TV estatal de "hooliganismo"

 O Kremlin classificou hoje (15) como "hooliganismo" (comportamento destrutivo e desregrado) o ato de dissidência de uma mulher que interrompeu um noticiário ao vivo na televisão estatal russa para criticar a guerra na Ucrânia.

A manifestante ergueu um cartaz atrás de apresentadora de televisão no Canal Um, na noite de ontem, e gritou slogans condenando a invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

"No que diz respeito a essa mulher, isso é hooliganismo", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que elogiou o canal estatal como um pilar de notícias objetivas e oportunas.

Autoridades em Moscou descrevem a ofensiva da Rússia na Ucrânia como operação militar especial para desarmar o país e impedir o "genocídio" contra os que falam russo, justificativa descartada pela Ucrânia e pelo Ocidente como falso pretexto para a invasão de um país democrático.

Quase 15 mil pessoas foram detidas em toda a Rússia durante protestos contra a guerra desde 24 de fevereiro, de acordo com contagem mantida pelo OVD-Info, um grupo independente de monitoramento de protestos.

A manifestante na TV estatal foi identificada como Marina Ovsyannikova, funcionária do Canal Um, 

Investigadores do Estado analisam se ela pode ser punida sob uma nova lei que prevê pena de até 15 anos, disse a agência de notícias russa Tass, citando fonte policial.

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