O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A Universidade Estadual do Ceará (Uece) lança adendo ao Edital nº 04/2022, que regulamenta a matrícula nos cursos de Graduação (2022.1) para candidatos que optaram pela seleção via nota do Enem. O adendo informa ainda que haverá ampliação do número de vagas.
Ainda nesta sexta-feira (4), a Uece disponibilizará, em https://ingressantesenem.uece.br, novo quadro de vagas remanescentes e lista de candidatos convocados.
Os convocados deverão solicitar matrícula no dia 7 de março, pelo endereço eletrônico https://sigma.uece.br.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.