O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Luiz Henrique garante vitória do Fluminense sobre o Fortaleza Goleiro Fábio é o destaque do Tricolor em jogo com dois gols anulados
Graças a um golaço de Luiz Henrique, o Fluminense derrotou o Fortaleza por 1 a 0, neste domingo (22) no estádio do Castelão, e pulou para a 7ª posição do Campeonato Brasileiro. Já o Tricolor do Pici permanece na lanterna da competição após a disputa da 7ª rodada, com apenas um ponto conquistado.

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