Pular para o conteúdo principal

STF suspende determinação de retorno de criança ao Reino Unido em caso com indícios de violência doméstica Ministra Cármen Lúcia levou em conta decisão do STF que impede aplicação imediata da Convenção da Haia em situações de risco à integridade da mãe e dos filhos

  Foto: Antonio Augusto/STF A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu decisão da Justiça Federal que havia determinado a devolução imediata de uma criança ao pai, no Reino Unido. A medida foi concedida na Reclamação (RCL) 95443 , proposta pela mãe, ítalo-brasileira, que veio com filha para o Brasil. O caso A criança nasceu em Londres, em outubro de 2019, filha de pai italiano e mãe ítalo-brasileira. O casal se separou em maio de 2023 e atualmente está divorciado. Após a separação, a Justiça inglesa autorizou que ambos viajassem ao exterior com a filha nos períodos de convivência, desde que apresentassem roteiro detalhado e informações sobre hospedagem. Nesse contexto, os pais acordaram que a mãe poderia vir ao Brasil com a criança nas férias. A viagem ocorreu em agosto de 2025. Depois de chegar ao Brasil, porém, a mãe pediu autorização ao pai para permanecer no país com a filha e comunicou a intenção de não retornar ao Reino Unido. O pedido teria sido re...

Santander prevê elevação da Selic e destaca valorização de investimentos em renda fixa pós fixados neste cenário

 

O Departamento Econômico do Santander estima que a Selic será elevada em um ponto percentual na reunião dos dias 3 e 4 de maio do Copom, para 12,75% ao ano. Na avaliação do Santander, ainda será necessário um ajuste residual no juro básico em junho, de 0,5 ponto percentual. Assim, o atual ciclo de aperto da política monetária deve se encerrar com a Selic em 13,25% a.a.

 

Com a nova elevação da taxa de juros, os investimentos em renda fixa pós fixados, tais como CDB DI, Fundos DI e Tesouro Selic, tendem a se beneficiar do ponto de vista de rentabilidade, uma vez que acompanham o movimento da Selic. Estes são produtos bastante procurados pelos investidores, porque permitem resgates de forma rápida e têm rentabilidade diária. Ainda na renda fixa, destacamos os títulos de crédito privado, que costumam pagar taxas ainda mais interessantes e podem ser pós fixados, prefixados ou atrelados à inflação. 

 

Além disso, vemos oportunidade na classe dos multimercados. Esses fundos permitem que o gestor aplique em diferentes tipos de ativos (renda fixa, renda variável, câmbio, no Brasil e no exterior) e em diferentes momentos de mercado. As grandes vantagens da classe são a velocidade e a flexibilidade com que o gestor desse tipo de investimento pode atuar, conseguindo proporcionar rentabilidade aos investidores mesmo em cenários adversos e não previstos anteriormente. 

 

Para quem quer diversificar, mas não quer correr o risco das oscilações de mercado, a nossa recomendação são os Certificados de Operações Estruturadas (COEs). Com estruturas em IPCA, Ibovespa, S&P 500 entre outras, o retorno estará associado ao desempenho do índice, porém com proteção de 100% do capital investido, em caso de desvalorização no vencimento da operação. E aqui no Santander temos ainda estruturas Ganha Ganha, onde o investidor ganha o que for maior, entre o retorno do índice ou uma taxa prefixada.

 

Já no mercado de renda variável, a alta de juros provoca oscilações, visto que a renda fixa ficou mais atrativa. Com isso, podemos observar alguma migração de investimentos em renda variável para a renda fixa. No entanto, após as quedas recentes, o nível de preços das ações parece atrativo para quem tem perfil de risco e médio/longo prazo para alocação, e também levando em conta que o atual ciclo de aumento da Selic parece estar próximo do fim. 

 

Em resumo, o Santander recomenda que o investidor tenha uma carteira diversificada, porém equilibrada em relação ao seu perfil, e avalia que oscilações podem gerar oportunidades.

Comentários