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UFC concede na quinta-feira (25) título de Doutor Honoris Causa ao engenheiro agrônomo e político Camilo Santana

  Universidade Federal do Ceará (UFC) concede, na quinta-feira (25) , o título de Doutor Honoris Causa ao egresso da Instituição e político Camilo Sobreira de Santana. Aberta ao público, a cerimônia de titulação será realizada a partir das 19h, na Praça Cultural São Pedro (Av. Beira Mar, 746, Praia de Iracema). Camilo Sobreira de Santana é engenheiro agrônomo, senador da República, ex-ministro da Educação, ex-governador do Ceará e ex-deputado estadual. Filho de Ermengarda Maria de Amorim Sobreira e Eudoro Walter de Santana, Camilo Santana nasceu em 3 de junho de 1968 no município cearense do Crato. Como estudante na UFC, integrou o corpo discente do Centro de Ciências Agrárias , atuando como diretor do Centro Acadêmico Dias da Rocha e do Diretório Central dos Estudantes (DCE-UFC). Posteriormente, cursou mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente. A proposição da honraria foi do reitor Custódio de Almeida, presidente do Consuni, que, na ocasião, destacou a contribuição do homena...

Tribunal ucraniano condena soldado russo à prisão perpétua

 Um tribunal ucraniano condenou um soldado russo à prisão perpétua, nesta segunda-feira (23), por matar um civil desarmado. Foi o primeiro julgamento por crime de guerra decorrente da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Vadim Shishimarin, um comandante de tanque de 21 anos, havia se declarado culpado de matar Oleksandr Shelipov, de 62 anos, na aldeia ucraniana de Chupakhivka, no nordeste do país, em 28 de fevereiro, após receber ordem para atirar nele.

O juiz Serhiy Agafonov disse que Shishimarin, executando "ordem criminosa" dada por um militar de patente superior, tinha disparado vários tiros na cabeça da vítima com uma arma automática.

Shishimarin, usando uma blusa azul e cinza com capuz, assistiu aos procedimentos silenciosamente de uma caixa de vidro reforçada na sala de audiências e não mostrou nenhuma emoção quando o veredito foi lido.

O julgamento tem enorme significado simbólico para a Ucrânia, que acusou a Rússia de atrocidades e brutalidade contra civis durante a invasão e disse ter identificado mais de 10 mil possíveis crimes de guerra.

A Rússia nega ter civis como alvo ou envolvimento em crimes de guerra.

O Kremlin não comentou imediatamente o veredito. Disse anteriormente que não tinha informações sobre o julgamento e que a ausência de uma missão diplomática na Ucrânia limita sua capacidade de fornecer assistência.

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