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Flávio Dino mantém afastamento de vice-prefeito de Macapá Decisão cita risco de interferência em investigaçã

  O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino manteve, por tempo indeterminado, o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos), investigado por suspeitas de fraude em licitações e desvio de recursos da saúde. A decisão foi tomada neste sábado (2) em caráter monocrático, sem depender de outros ministros. No despacho, o  ministro apontou que o retorno do vice-prefeito ao cargo poderia comprometer o andamento das investigações.  Segundo ele, há risco de interferência direta nos trabalhos, além da possibilidade de uso da função pública para obtenção de vantagens indevidas. Dino atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal. Na decisão, o ministro ressaltou que a prorrogação do afastamento não tem prazo definido e permanecerá válida até que cessem os fatores que justificaram a medida cautelar. Outros afastados A decisão também mantém afastados a secretária municipal de Saúde, Érica Aymoré, e o presidente da comissão de li...

Agência UFC: Pesquisadoras desenvolvem ativo cosmético sustentável que esfolia a pele e corrige manchas

 Pesquisadoras da Universidade Federal do Ceará utilizaram a árvore símbolo do Ceará, a carnaubeira, para desenvolver um novo ativo cosmético para correção de manchas na pele, alcançando um produto com ação mais eficaz e duradoura, além de ecologicamente sustentável. Atuando ao mesmo tempo como um esfoliante, o invento acaba de garantir a 29º carta patente para a UFC.

Iniciados em 2016, os estudos para a elaboração do produto buscavam oferecer ao mercado um ativo esfoliante que substituísse as microesferas de plástico, hoje amplamente utilizadas pela indústria cosmética, mas que contaminam os oceanos e prejudicam a vida aquática.

Imagem: Carnaubeira
A carnaubeira é fonte de matéria-prima para o desenvolvimento do ativo (Foto: Reprodução)

A solução foi retirada da cera de carnaúba, da qual foram desenvolvidos grânulos de tamanho padronizado ao dessas esferas plásticas, os quais mostraram a mesma capacidade de esfoliar a pele, só que sem causar impacto no meio ambiente.

Após o sucesso na empreitada, as pesquisadoras perceberam que essas esferas de origem vegetal poderiam desempenhar ainda uma outra função: a de microencapsular uma outra substância para que, assim, possa ser obtido um ativo cosmético multifuncional.

“Realizamos um vasto estudo bibliográfico e, após diversos testes laboratoriais, conseguimos encapsular o ácido kójico para potencializar a sua ação e aumentar o seu tempo de estabilidade”, explica a professora do Departamento de Farmácia, Tamara Gonçalves, uma das autoras da patente.

Os detalhes sobre a pesquisa estão disponíveis em matéria na Agência UFC, canal de divulgação científica da Universidade.

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