O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Mais de 60 mil rubro-negros saíram do Maracanã de cabeça quente. O Fortaleza, lanterna da Série A do Campeonato Brasileiro, venceu o Flamengo por 2 a 1 neste domingo, pela 9ª rodada do Brasileirão, conquistando a primeira vitória na competição e deixando uma crise no adversário. A torcida carioca hostilizou o técnico Paulo Sousa, o vice-presidente Marcos Braz e vaiou a equipe.

Com o resultado, o Flamengo ocupa momentaneamente a 10ª posição, com 12 pontos conquistados. Já o Leão do Pici soma cinco pontos, e segue na última colocação.
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