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MinC busca apoio do BRICS para infraestrutura cultural Ações priorizam sustentabilidade do setor criativo

  O secretário executivo do Ministério da Cultura (MinC), Márcio Tavares, se encontrou com a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do BRICS, Dilma Rousseff. Durante o encontro, Tavares apresentou a Dilma projetos ministeriais para a melhoria da infraestrutural cultural brasileira passíveis de financiamento internacional. Eles se reuniram em Xangai, na China, na última semana. Entre os projetos apresentados, está a proposta de reconversão verde de equipamentos - que prevê a modernização de espaços culturais com foco na sustentabilidade - e de desenvolvimento tecnológico do setor criativo. Tavares também detalhou aspectos do projeto federal de criar novos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs da Cultura) e unidades da rede MovCeus (equipamentos culturais itinerantes) por todo o país e reformar os já em funcionamento.   O secretário e Dilma também conversaram sobre a programação do Ano Cultural Brasil-China 2026, iniciativa de diplomacia cultural promovida pelo...

TCU: precisamos de governança para termos credibilidade e confiança

 O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes defendeu nesta quarta-feira (1º) a governança como instrumento que fortalece a administração pública. "Gestão é importante, mas é diferente de governança. Gestão é executar. Governança é ter visão macro de tudo o que acontece", disse, em entrevista ao programa Repórter Nacional. "Ter uma visão nacional de tudo é difícil porque são 15 milhões de funcionários entre estados, municípios e União", completou.

Para Nardes, a estratégia deve ser melhorar a governança e a gestão, além de descentralizar a administração e ampliar o monitoramento no intuito de combater o desvio de recursos. "Não adianta lutar contra a corrupção se a gente não criar ferramentas permanentes. E o que criamos com a tese da governança são ferramentas permanentes pra combater o desvio", explicou.

"Se fala muito em integridade, compliance, mas tudo isso depende de governança. Se não houver governança, não adianta. Integridade não vai acontecer, compliance não vai acontecer. Ou acontecem de forma momentânea e depois desaparecem. Tem que haver uma governança central", disse. "O Brasil continua trabalhando na base da improvisação. Quem se elege se acha dono do cargo e, muitas vezes, não coordena com o seu time, faz o que ele pensa. Aí é uma cabeça pensando. E a governança são muitas cabeças", completou.

Veja no Repórter Nacional:

Edição: Paula Laboissière

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