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Maiores campeões, Cruzeiro e Grêmio vão às quartas da Copa do Brasil Raposa despacha a Chapecoense, enquanto Tricolor elimina o Mirassol

  Maiores campeões, Cruzeiro e Grêmio vão às quartas da Copa do Brasil Raposa despacha a Chapecoense, enquanto Tricolor elimina o Mirassol Lincoln Chaves - Repórter da EBC Publicado em 05/08/2026 - 21:54 São Paulo © Gustavo Aleixo Versão em áudio Dois dos três maiores vencedores da Copa do Brasil seguem na briga pelo título da edição deste ano. Nesta quarta-feira (5), Cruzeiro e Grêmio se classificaram às quartas de final ao eliminarem Mirassol e Chapecoense, respectivamente. Os confrontos da próxima fase serão sorteados na próxima terça-feira (11) , às 11h (horário de Brasília), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Os jogos pelas quartas estão previstos para os dias 26 de agosto e 3 de setembro. Maior vencedor da Copa do Brasil, com seis conquistas, o Cruzeiro despachou a Chapecoense no Mineirão. A Raposa ganhou por 2 a 0 e chega às quartas de final da Copa do Brasil pela terceira vez desde seu último título, em 201...

Testemunha reconhece policial acusado de matar homem no Jacarezinho

 A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio realizou ontem (19) a primeira audiência referente à morte de Omar Pereira da Silva, um dos 28 mortos durante operação policial na comunidade do Jacarezinho em maio do ano passado. Dois policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (Core) são réus na ação. Um deles é acusado de atirar na vítima e outro de ajudar a remover o corpo antes da perícia.

Três testemunhas prestaram depoimento. Elas informaram que Omar, ferido no pé depois de intenso tiroteio na comunidade, se abrigou na casa onde elas estavam. Cerca de meia hora depois, um policial entrou na casa, procurando foragidos e, depois de identificar Omar, matou-o com um tiro de fuzil.

Uma das testemunhas ouvidas reconheceu o policial acusado pela morte como sendo o responsável pelo tiro que matou a vítima.

O Ministério Público desistiu de ouvir mais três testemunhas de acusação que tinham sido arroladas no processo.

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