O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Homens armados mataram 19 pessoas em dois tiroteios aparentemente aleatórios com poucas horas de diferença em tavernas na África do Sul, disse a polícia neste domingo (10), reforçando o status sombrio do país como um centro global de assassinatos.

Agressores armados com rifles e pistolas abriram fogo no bar Orlando East, no município de Soweto, na madrugada de domingo, matando 15 pessoas e ferindo nove, informou a polícia.
"Você pode ver pela forma como os cartuchos de bala estão caídos ao redor que eles estavam apenas atirando aleatoriamente", disse Elias Mawela, comissário de polícia da província de Gauteng.
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