O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Pelo menos por uma noite, o Atlético-MG dormirá como líder do Campeonato Brasileiro. O Galo bateu o Botafogo, fora de casa, no Estádio Nilton Santos, por 1 a 0 e foi a 31 pontos. O time, que iniciou o jogo na sexta posição, ultrapassou cinco equipes de uma vez e agora aguarda pelo jogo do Palmeiras (vice-líder com 30) nesta segunda (18) contra o Cuiabá para saber se permanece na liderança. O argentino Zaracho fez o gol do jogo, sacramentando a segunda derrota consecutiva na competição para o Botafogo, que tem 21 pontos e ocupa a 11ª posição.

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