O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Um bingo organizado na cidade de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza acabou em confusão na noite do último sábado (2). O prêmio de R$ 1 mil teve de ser dividido entre 101 ganhadores. Para arredondar o valor recebido, a organização deu R$ 10 a cada vencedor.
Prêmio de R$ 1 mil foi dividido entre 101 vencedores em Caucaia
A última pedra anunciada no sorteio foi a de número 49. Depois do primeiro grito "bati", uma fila enorme se formou com todos os ganhadores.
O montante dividido por 101 pessoas foi o primeiro prêmio de outros quatro que foram sorteados nas cartelas, totalizando o valor de R$ 2 mil. Ainda tinha premiação para para a segunda batida (R$ 400), terceira batida (R$ 300) duas quinas (R$ 150 cada).
Tribuna do Norte
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