O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....

Sem tempo sobrando, o Ceará, que venceu o Corinthians por 3 a 1 na noite de ontem (16), já se reapresentou para treinos focado na decisão diante do Avaí. O duelo é o penúltimo do 1º turno e acontece nessa terça-feira (19), às 21h30, na Arena Castelão. Com a vitória sobre os paulistas, o Vozão ocupa atualmente a 13ª posição do Brasileirão.
O Avaí tem os mesmos 21 pontos, mas com vitórias e é hoje o 11º colocado. Na manhã deste domingo (17), atletas que iniciaram a partida contra o Corinthians fizeram trabalhos de recuperação na academia e CESP. O restante do grupo foi a campo para trabalhos com bola, sob comandos do técnico Marquinhos Santos.
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