O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
O duelo entre Fluminense e Red Bull Bragantino, que encerra a participação de ambos no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, reúne equipes em ascensão. O Tricolor não perde há sete rodadas, com seis vitórias na sequência, enquanto o Massa Bruta venceu os últimos três compromissos. A bola rola no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), a partir das 16h (horário de Brasília) deste domingo (24), com transmissão ao vivo da Rádio Nacional. A narração é de André Luiz Mendes, com comentários de Waldir Luiz, reportagem de Rodrigo Campos e plantão de Bruno Mendes.

Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.