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Gastos de turistas estrangeiros no Brasil soma R$ 25 bi em cinco meses País recebeu quase 5 milhões de visitantes de janeiro a maio

  Os gastos de turistas internacionais no Brasil bateram recorde histórico entre janeiro e maio deste ano, atingindo R$ 25 bilhões. De acordo com o Ministério do Turismo, o valor é 11% maior em comparação ao mesmo período do ano passado, quando os gastos somaram R$ 22,6 bilhões. Também no mês de maio, os gastos foram recordes, da ordem de R$ 4,08 bilhões, mostrando aumento de 19% sobre o valor registrado no mesmo mês de 2025 (R$ 3,42 bilhões). Os dados foram analisados pelo ministério e divulgados pelo Banco Central. Houve ainda aumento no fluxo de turistas estrangeiros para o país. Em maio, foi registrada a entrada de 486.262 visitantes internacionais, melhor desempenho da série histórica para o mês, com alta de 5,4% em relação a maio do ano passado (461.341 turistas). No acumulado janeiro-maio deste ano, o Brasil recebeu quase 5 milhões de turistas internacionais, mantendo o nível do mesmo período de 2025. Chineses Os dados apontam ainda para alta de turistas chineses em maio de ...

Euro e dólar alcançam a paridade pela primeira vez em 20 anos

 A taxa de câmbio do euro e do dólar atingiu hoje (12) a paridade pela primeira vez em 20 anos, desde 15 de julho de 2002.

Segundo dados da Bloomberg consultados pela Efe, o euro atingiu a paridade com o dólar às 6h46 (horário de Brasília), ao desvalorizar 0,4% face o fechamento de ontem (11) e 12,05% desde o início deste ano, depois de ter encerrado 2021 a US$ 1,137.

Especialistas acreditam que os recentes aumentos das taxas de juro pela Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed, na sigla em inglês) reforçaram o dólar e encorajaram os investidores a refugiarem-se na moeda, enquanto o risco de recessão e as preocupações energéticas impulsionadas pela guerra na Ucrânia pesam cada vez mais sobre a zona euro.

O iene também continua a se depreciar em relação ao dólar, com a moeda norte-americana sendo negociada a 137 ienes, nível não visto desde setembro de 1998, uma vez que a política monetária do banco central japonês se distancia da praticada pelo Fed e o Banco Central Europeu (BCE).

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