O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Brasil voltou a brilhar nesta segunda-feira (25) no Pan-Americano de Levantamento de Peso, em Bogotá (Colômbia). Um dia após Emily Rosa faturar três ouros na categoria até 45 quilos, hoje foi a vez da irmã Nathasha Rosa assegurar uma prata e dois bronzes, nos 49kg, com direito a quebra de recordes brasileiros.

Na soma dos exercícios (notas obtidas do arranco e arremesso), a brasileira totalizou 190 kg, ficando a apenas um quilo de alcançar a soma da vice-campeã Jourdan Delacruz (Estados Unidos) e dois da também norte-americana Hayley Reichardt, medalha de ouro.
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