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Dólar encosta em R$ 5,10 com tarifaço e tensão global Bolsa cai 1,24%, influenciada por economia estadunidense

  Os mercados financeiros encerraram a quinta-feira (16) em clima de cautela. O dólar voltou a subir e fechou próximo de R$ 5,10, refletindo o fortalecimento da moeda estadunidense no exterior e os efeitos da confirmação de tarifas dos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras. A bolsa brasileira acompanhou o movimento de aversão ao risco e recuou mais de 1%, enquanto o petróleo fechou em queda, apesar da escalada das tensões no Oriente Médio. Principais números do mercado nesta quinta (16) Dólar: R$ 5,098 (+0,40%); Bolsa: 173.825,27 pontos (- 1,24%); Petróleo tipo Brent US$ 84,23 (-0,85%); Petróleo WTI: US$ 78,95  (-0,82%). Dólar A valorização do dólar foi impulsionada principalmente pelo cenário externo. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira vendido a R$ 5,098, com alta de R$ 0,021 (+0,4%). Na máxima do dia, por volta das 14h15, chegou a R$ 5,11, mas desacelerou nas horas finais de negociação. Apesar da alta desta quinta, a divisa cai 7,12% em 2026. Dados...

Ondas de calor ameaçam a China nos próximos dias

 A China deve sofrer com o retorno de mais ondas de calor nos próximos 10 dias, de leste a oeste do país, com algumas cidades costeiras já em seu nível mais alto de alerta e regiões do interior alertando sobre riscos de ruptura de barragens devido ao derretimento de geleiras.

Um pico acentuado de temperatura é esperado para amanhã (23), antes de se transformar em ondas de calor, definidas como períodos de clima atipicamente quente de três dias ou mais.

A previsão é que as novas ondas de calor sejam semelhantes às registras no país entre 5 e 17 de julho, mas, desta vez, mais regiões podem ser atingidas por temperaturas superiores a 40 graus Celsius (°C), disse Fu Jiaolan, meteorologista-chefe do Centro Meteorológico Nacional.

Algumas cidades da província de Zhejiang, que abriga muitas fábricas e exportadores, emitiram nesta sexta-feira (22) alertas vermelhos, os mais altos em um sistema de alerta de três níveis, prevendo temperaturas de pelo menos 40°C nas próximas 24 horas.

A carga na rede elétrica nacional pode atingir um novo recorde neste verão, à medida em que a demanda pelo uso do ar condicionado em residências, escritórios e fábricas aumenta, com o sistema enfrentando "testes severos", alertou o Ministério de Gerenciamento de Emergências.

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