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Eleições: TSE assina acordo com big techs para combater desinformação Entre as medidas está a proibição de plataformas indicarem candidatos

  O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou nesta quinta-feira (16) um acordo com as big techs para combater a desinformação durante a campanha eleitoral de 2026. A formalização do memorando de intenções ocorreu após uma reunião entre o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, e representantes das empresas. As redes sociais aceitaram aderir novamente ao programa permanente de combate à desinformação nas eleições. O programa está em vigor desde as eleições presidenciais de 2022 e prevê a prevenção contra disseminação de narrativas falsas para atacar a integridade das urnas eletrônicas e a legitimidade dos pleitos.  Com o novo acordo, serão intensificadas as medidas para combater o uso ilegal de inteligência artificial (IA) para manipular vozes e imagens de candidatos. O acordo foi assinado pelas plataformas Google, X, Meta, Kwai, Telegram, TikTok e LinkedIn, além das empresas de inteligência artificial OpenAI, ElevenLabs e Anthropic. Restrições Em março deste ano, o TSE ...

Petrobras divulga empresas pré-selecionadas para edital de startups

 Petrobras divulgou hoje (25) as 29 empresas pré-selecionadas no 4º edital do Módulo Startups, do Programa Petrobras Conexões para Inovação. A seleção, em nível nacional, recebeu propostas de empresas das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Sudeste. A última etapa está prevista para o final de setembro, quando ocorre o pitch day, a apresentação para a banca de executivos que definirá as vencedoras.

O edital, no valor total de R$ 20 milhões, traz desafios distribuídos em sete vertentes tecnológicas: robótica, redução de carbono, tecnologias digitais, armazenamento e geração de energia, corrosão, modelagem geológica e tecnologias de inspeção.

O investimento nos projetos aprovados depende do nível de complexidade dos desafios. No final da disputa, as empresas vencedoras podem receber valores de até R$ 500 mil, para os desafios tecnológicos soft tech, baseados em softwares eventualmente integrados a plataformas de hardware já maduras, ou até R$ 1,5 milhão para os deep tech, que envolvem pesquisa avançada, incluindo as baseadas em software de alto desempenho, novas plataformas de hardware e novos materiais.

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