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Dinheiro de clientes do Master migrou para bancos maiores, informa BC Segundo órgão, sistema continua sólido após liquidação do grupo

  Os recursos ressarcidos a clientes do conglomerado Master foram destinados principalmente para bancos de maior porte após a liquidação extrajudicial das instituições do grupo, informou nesta segunda-feira (25) o Banco Central (BC) . A avaliação consta no Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do segundo semestre de 2025, divulgado pela autoridade monetária. Segundo o documento, o episódio não provocou efeitos sistêmicos no Sistema Financeiro Nacional (SFN). “A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do conglomerado Master não gerou efeitos sistêmicos no SFN”, destacou o relatório do BC. Recursos migraram O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) pagou R$ 37,7 bilhões a clientes do Master, Master BI e Letsbank de 19 de janeiro a 27 de fevereiro deste ano. Desse total, R$ 20,77 bilhões, equivalente a 55,1%, foram destinados a títulos emitidos por instituições financeiras. Outros R$ 1,47 bilhão foram aplicados em títulos privados, enquanto R$ 15,46 bilhões tiveram outra...

Pré-candidata a deputada federal, Priscila Costa luta pela implantação do Estatuto do Nascituro

 


A vereadora Priscila Costa (PL) colocou à disposição seu nome para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Ceará. Se eleita for, a conservadora pode ser a primeira mulher evangélica a assumir um cargo de deputada federal na história do Estado.


Uma de suas pautas é a implantação do Estatuto do Nascituro em Fortaleza .O PLO (94/2021), que segue em tramitação na Câmara Municipal, dispõe sobre a proteção integral ao ser humano concebido, mas ainda não nascido. 


"É dever da família, do Estado e da sociedade assegurar o nascituro, evitando negligência, discriminação, exploração ou crueldade", afirma a parlamentar. 


Ela explica que o nascituro também está sujeito de direitos. "Ainda que a mulher tenha seus direitos, ninguém pode usá-los para negar a vida a outra pessoa", argumenta Priscila Costa.


*Mais projetos*


Outro PLO, também em tramitação e de de autoria da parlamentar, veda a vacinação compulsória sem o consentimento do cidadão. "Assim garantimos que o povo tenha a liberdade de se vacinar ou não. Uma escolha pessoal e não do Estado", explica.


Já o Projeto de Lei Complementar (PLC) 22/2021 da vereadora conservadora, busca ampliar a validade do cartão gratuidade do transporte coletivo municipal para cinco anos em casos de eficiência permanente.

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