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União discute demolição de Ponte do Esqueleto após morte de jovem Governos acertam ações para impedir acesso à estrutura

  Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute a eventual remoção da ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo, com os governos locais. O posicionamento ocorre após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morrer no local, na manhã do último sábado (13). A jovem moradora de Jandira (SP) foi erguida por instrutores de uma empresa privada e arremessada da ponte, sem estar presa às cordas do equipamento de segurança, de uma altura de cerca de 40 metros.  O salto seria na modalidade rope jump​​, quando um praticante salta no vazio a partir de locais muito altos. Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Reunião Nesta segunda-feira (15...

Presidente da Ucrânia minimiza embarque de grãos

 O presidente da Ucrânia, Volodymr Zelenskiy, minimizou a importância do envio do primeiro carregamento de exportação de grãos do país desde a invasão russa. Ele disse que a Ucrânia estava transportando uma fração da safra que tem que vender para ajudar a salvar sua economia abalada pela guerra.

Os comentários pessimistas, feitos em vídeo para estudantes na Austrália nesta quarta-feira (3), ocorreram quando uma inspeção do navio foi concluída na Turquia, antes de a embarcação seguir para seu destino final no Líbano, sob um acordo para aliviar uma crise alimentar global.

O navio Razoni partiu do porto ucraniano de Odessa, no Mar Negro, na segunda-feira (1), carregando 26.527 toneladas de milho para Trípoli, no Líbano, após um acordo de exportação de grãos e fertilizantes mediado pela Organização das Nações Unidas (ONU) entre Moscou e Kiev no mês passado - um raro avanço diplomático em uma guerra prolongada.

Mas Zelenskiy, falando por meio de um intérprete, disse que é necessário mais tempo para ver se outros embarques de grãos acontecerão.

"Recentemente, graças à parceria da ONU com a Turquia, tivemos um primeiro navio com entrega de grãos, mas isso ainda não é nada. Esperamos que seja uma tendência que continue", declarou aos alunos.

Segundo ele, a Ucrânia tinha que exportar um mínimo de 10 milhões de toneladas de grãos para ajudar urgentemente a reduzir seu déficit orçamentário, que está em $ 5 bilhões por mês.

A Turquia disse que três navios podem deixar os portos ucranianos diariamente, após a partida do Razoni, enquanto o ministro da Infraestrutura da Ucrânia afirmou que mais 17 navios foram carregados com produtos agrícolas e estavam esperando para zarpar.

Conhecida como celeiro da Europa, a Ucrânia espera exportar 20 milhões de toneladas de grãos mantidos em silos e 40 milhões de toneladas da colheita em andamento, inicialmente de Odessa e das proximidades de Pivdennyi e Chornomorsk.

Economia em coma

"A guerra está quase matando a economia. Está em coma", acrescentou Zelenskiy. "O bloqueio dos portos pela Rússia é uma grande perda para a economia."

Zelenskiy alertou repetidamente que Moscou pode tentar obstruir as exportações, apesar de ter assinado o acordo do mês passado.

A Rússia, que bloqueou os portos da Ucrânia depois de iniciar em 24 de fevereiro o que chamou de "uma operação militar especial", disse que quer ver mais ações para facilitar as exportações de seus próprios grãos e fertilizantes. O país classificou a saída do primeiro navio de grãos da Ucrânia como positiva.

A Rússia nega responsabilidade pela crise alimentar, dizendo que as sanções do Ocidente, que considera a guerra uma apropriação de território ucraniano por Moscou não provocada ao estilo imperialista, desaceleraram suas exportações.

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