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Licença-paternidade de até 20 dias é aprovada no Senado Texto prevê benefício de forma gradual, iniciando com 10 dias

  O projeto de lei (5811/2025), que amplia a licença-paternidade para 20 dias foi aprovado nesta quarta-feira (4), no Senado, e agora depende da sanção presidencial.  O tema é debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA). O projeto cria ainda o salário-paternidade como benefício previdenciário.  O objetivo é equiparar a proteção à paternidade às garantias já existentes para a maternidade. O texto também permite dividir o período da licença. Segundo o texto aprovado, a licença começa a valer de forma gradual. 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei. 15 dias no terceiro ano 20 dias a partir do quarto ano  Entre os argumentos para aprovação do projeto, está a possibilidade de maior participação dos pais nos cuidados com os filhos recém-nascidos ou adotados.  Outro direito seria o de garantir estabilidade no emprego durante e após a licen...

Síndrome de Burnout: pesquisa revela alto nível de estresse em trabalhadores brasileiros



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Segundo levantamento realizado pela Pulses, plataforma de gestão e engajamento, e a Vittude, plataforma de saúde mental corporativa, entre setembro de 2021 e maio de 2022, cerca de 81% dos três mil profissionais entrevistados, de níveis diversos, estão se sentindo esgotados ao fim do dia. Do total, 54% indicam frustração com o trabalho, pouco mais da metade (51%) relatam dificuldades para cumprir suas atividades e o mesmo percentual diz estar sem paciência com colegas e integrantes de suas equipes.


Foram ouvidos profissionais de startups, pequenas e médias empresas, e organizações de vários segmentos de atuação. O levantamento também mostrou que 60% dos funcionários relatam estar se sentindo sem disposição para trabalhar, e 67% sentem que precisam provar seu valor no emprego.


De acordo com André Guanabara, médico que tem se especializado nos estudos sobre a Síndrome de Burnout, a síndrome não acontece de repente, vai evoluindo de forma gradual até consumir o paciente e ocasionar na última fase que é o colapso físico e mental. “Precisamos ter cuidado com essa síndrome que, assim como a ansiedade, vem se tornando um novo mal do século e é uma porta de entrada para outras doenças. Se a pessoa está passando por situações de estresse constante, sensação de impedimento, lapsos de memória, estresse e agressividade, dificuldade de concentração, ansiedade, queda de libido, aumento do apetite por alimentos doces, baixa autoestima e mudanças de humor, o Burnout pode estar surgindo”.


Para tratar, é necessário procurar consulta com profissional, seja para tratamento farmacêutico ou para tratamento psicológico. “O tratamento por meio de um profissional com uma visão 360 da saúde humana é mais relevante para o rendimento do paciente com burnout, pois o tratamento pode ser desde o afastamento como o uso de suplementos, medicamentos e até mesmo hormônios”.

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