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PF faz operação contra associação criminosa no Paraná e no Ceará Operação Pacto Violado cumpre cinco mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva, além do afastamento judicial das funções de dois servidores públicos

  - Foto: Arquivo Cascavel/PR. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (22/5), a Operação Pacto Violado, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa estabelecida nos estados do Paraná e do Ceará, voltada à prática dos crimes de descaminho, de facilitação de descaminho e de peculato. A Justiça Federal de Umuarama determinou o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão nos estados do Paraná e do Ceará, um de prisão preventiva, além do afastamento judicial das funções de dois servidores públicos.  Durante a deflagração, que contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil do Paraná, foram sequestrados diversos imóveis pertencentes aos investigados e realizado o bloqueio de recursos financeiros no valor total de R$ 2,3 milhões. As investigações tiveram início em novembro de 2023, quando um policial civil foi preso em flagrante ao transportar, em veículo oficial, mercadorias de procedência estrangeira avaliadas em R$ 1,7 milhão. Foram identificados ou...

Times não podem parar de se ajoelhar contra o racismo, diz treinador

 O técnico do Crystal Palace, Patrick Vieira, disse que as equipes da liga inglesa não deveriam parar de se ajoelhar em ato contra o racismo, após capitães de equipes decidirem limitar o gesto realizado antes das partidas apenas a alguns jogos significativos na nova temporada.

A causa do movimento "Vidas negras importam" foi adotada por clubes da Premier League em 2020 após o assassinato de George Floyd, um homem negro que foi morto sob custódia da polícia em Mineápolis, nos Estados Unidos, em maio daquele ano.

As equipes chegaram a utilizar o logo do movimento em suas camisas, antes dele ser substituído pela frase "Sem espaço para o racismo".

Mas a dúvida sobre se os jogadores deveriam ou não continuar se ajoelhando antes de jogos dividiu opiniões, com alguns analistas dizendo que o gesto, introduzido pelo jogador de futebol americano da NFL Colin Kaepernick em 2016, corre o risco de ser banalizado. 

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