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Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agressões Delegado que conduziu investigação abriu 2º dia de julgamento

  O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints (reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança. “Se não tivessem esses prints , a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr. Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8...

EPILEPSIA: SÍNDROME É UMA DAS BANDEIRAS LEVANTADAS PELA CANDIDATA A DEPUTADA FEDERAL, ELINETE TORRES, QUE VIVE COM A CONDIÇÃO



Aproximadamente 50 milhões de pessoas em todo mundo tem epilepsia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)


1 em cada 100 brasileiros tem epilepsia, e ela pode se manifestar igualmente entre homens e mulheres, desde a infância até a idade avançada. A síndrome não tem cura, mas com as políticas públicas certas para a população mais vulnerável, é possível conviver com qualidade de vida. 


Diagnosticada aos 9 anos de idade, Elinete Torres é candidata a deputada federal pelo PP e tem como uma das bandeiras de campanha o cuidado com a população que vive com epilepsia. A futura parlamentar possui diversos projetos para garantir o direito do cidadão nessa área da saúde. “Quero ser porta-voz da população cearense em Brasília. Como mulher, pessoa com epilepsia e cidadã, trago muitas bandeiras que vou mostrar durante a campanha. Desejo contribuir na transformação e no progresso do país, oferecendo oportunidade para todos(as)”, disse.


A candidata defende condições iguais para todas as pessoas, e, principalmente, aquelas com epilepsia que sofrem com os estigmas e descriminalização. Ela alerta sobre o direito à informação da síndrome.


Proposta

Implantar políticas públicas nas quais garantam os direitos, assistência, atendimento e medicação adequados para pessoas com epilepsia e doenças raras e que as medicações sejam disponibilizadas pelo SUS, incluindo também a cannabis.


Sobre Elinete Torres 

Elinete é natural de Cajazeiras, alto sertão paraibano. É pedagoga pela Universidade Federal da Paraíba, e atualmente atua como corretora de imóveis. Em 2020 concorreu para vereadora de Fortaleza e entrou como suplente de vereador. Neste ano, Elinete concorre para deputada federal pelo PP no estado do Ceará, com o número 1113.

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