Medidas protetivas para mulheres crescem 43% no estado do Rio Total chegou a 57.498 no período de janeiro a julho deste ano Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 24/08/2026 - 20:00 Rio de Janeiro © Marcelo Camargo/Agência Brasil Versão em áudio A Justiça do Rio de Janeiro ampliou, em 2026, a atuação no enfrentamento à violência contra a mulher. Dados do Observatório Judicial de Violência contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) apontam que, entre janeiro e julho deste ano, os magistrados concederam 57.498 medidas protetivas de urgência em todo o estado, contra 40.201 no mesmo período do ano passado, um aumento de 43%. As prisões de agressores também registraram crescimento: foram entre janeiro e agosto de 2026, contra 1.780 nos primeiros oito meses de 2025 . Os dados, atualizados até 20 de agosto, mostram ainda que o Judiciário fluminense realizou 12.508 audiências e proferiu 48.506 sentenças. O Judiciário fluminense atua em um cenário de...
Nessa segunda (10) e terça-feira (11), a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) através da sua Diretoria de Fiscalização Ambiental (Difis) participou da soltura de dez (10) macacos-prego numa operação em parceria com Cetras Ibama Ceará, Cetras Ibama Rio Grande do Norte, o Instituto Pró Silvestre e a A Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN/Co-lab (Laboratório de estudos em co-existencia). Essa parceria já existe há um bom tempo, já foram realizadas outras solturas, com outros animais, em outras datas.
Os macacos-prego estavam sob cuidados no Cetras do Ibama do RN antes da sua soltura. Eles passaram por um processo de reabilitação, que pode durar um ano ou mais para acontecer, pois os animais vão sendo agrupados na medida que vão chegando. Pode acontecer de algum macaco não ser aceito por um grupo, então, é colocado em outro grupo e isso é um processo lento. Esses animais são soltos em grupo, pois vivem em grupos sociais na natureza que podem variar de 5 a 20 indivíduos, havendo registros de ate 40 indivíduos em um grupo.
Anteriormente os animais passaram por exames necessários, atestando estarem saudáveis para voltarem à natureza. Eles foram soltos na região do Sertão Central do Ceará. O local exato não pode ser informado para prevenir possíveis ameaças a esses macacos, como por exemplo, a caça.
Deborah Freire
Fotos: Divulgação
Assessoria de Comunicação Semace - Ascom


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