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Com um a menos, Inglaterra derruba México no Azteca e segue na Copa Campeões de 1966 vão encarar a Noruega, algoz brasileira, nas quartas

  O sonho de levar a Copa do Mundo "de volta para casa" permanece vivo para a Inglaterra. Na noite deste domingo (5), os Três Leões (apelido da equipe inglesa) não se intimidaram com o mar verde de torcedores que lotaram o Estádio Azteca, na Cidade do México, e venceram a seleção anfitriã por 3 a 2, pelas oitavas de final. Campeões pela primeira e única vez em 1966, quando sediaram o Mundial, os ingleses terão pela frente a Noruega, algoz do Brasil também neste domingo, ao vencer por 2 a 1 em Nova Jersey . O jogo pelas quartas de final será no próximo sábado (11), às 18h (horário de Brasília), em Miami, também nos Estados Unidos. O México, por sua vez, conviveu com nova decepção em Copas. Desde 1986, quando também foi sede, a seleção não vai às quartas. Ausente em 1990, na Itália, a equipe do país foi eliminada nas oitavas de final pela oitava vez nas últimas nove edições. Em 2022, no Catar, os mexicanos sequer foram à fase eliminatória. 15 minutos de loucura Inicialmente pr...

Ibovespa fecha ano com alta de 4,69% e dólar com queda de 5,3%

 O índice referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa, encerrou o pregão de hoje (29), o último do ano, aos 109.734 pontos. O resultado representa uma queda de 0,46% em relação a ontem e de 2,45% em comparação ao final do mês de novembro. No entanto, no acumulado do ano, o índice somou alta de 4,69%.

O giro financeiro no último pregão do ano somou R$ 24,4 bilhões. Amanhã, em razão do feriado bancário, não haverá negociação de ações na bolsa paulista, a B3.

Diferentemente do Brasil, Wall Street caminha para uma perda em 2022, com o S&P 500 registrando até o momento declínio de 19%. No entanto, amanhã ainda haverá pregão nos Estados Unidos.

Já o dólar teve em 2022 sua primeira baixa anual frente ao real em seis anos. Subiu hoje 0,43%, fechando o último pregão do ano em R$ 5,27 reais na venda. No acumulado de 2022, a moeda norte-americana somou queda de 5,3% - a primeira baixa anual desde 2016.

Boa parte das perdas deste ano veio no primeiro trimestre, quando o dólar caiu 14,55% frente ao real, maior tombo percentual trimestral desde o período de abril a junho de 2009 (-15,81%).

*Com informações da Agência Reuters

Edição: Claudia Felczak

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