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Senado rejeita indicação de Messias para STF Foram 42 votos contrários e 34 favoráveis

  O plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 42 votos contrários e 34 favoráveis. Mais cedo, o nome de Messias havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado com 16 votos favoráveis e 11 contrários.  A indicação de Jorge Messias foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva há cerca de cinco meses, mas a mensagem oficial com a indicação (MSF 7/2026) só chegou ao Senado no início de abril. Ele foi indicado pelo governo federal para assumir a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro de 2025.    Em atualização

Lula e Castro falam sobre regime de recuperação fiscal e acampamentos

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na manhã desta terça-feira (10) o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), no Palácio do Planalto. O encontro foi intermediado pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que acompanhou a reunião.

“Foi uma primeira conversa nossa que com certeza, a partir de agora, sobretudo com os ministros, as coisas devem avançar mais. Para o Rio de Janeiro é muito importante que esse diálogo institucional seja positivo, um diálogo em que a gente realmente possa olhar a demandas do Rio de Janeiro e poder avançar, sobretudo em um tempo em que a gente busca que a democracia seja reforçada. Foi uma reunião muito positiva e acredito que daqui para adiante deve avançar muito”, avaliou o governador que foi apoiador do ex-presidente, Jair Bolsonaro.

Em tom amistoso Lula quis saber de Cláudio Castro como foi a remoção dos acampamentos próximos a instalações militares ontem na capital fluminense. Segundo o governador, a desocupação ocorreu de forma tranquila e no início da tarde foi concluída.

Recuperação Fiscal

Sobre as demandas do Estado, Castro pediu a Lula a revisão das bases do regime de recuperação fiscal, com mudanças nas parcelas e prazos. De acordo com o governador, por ser um tema bastante técnico, o presidente pediu que o assunto seja tratado com ministro da Casa Civil, Rui Costa.

"O credor vai ter que rever como a gente muda prazos de pagamento, talvez uma mudança nas parcelas, ver como faz isso. Tem que ter um estudo muito técnico", afirmou o governador. O Rio de Janeiro, observou o governador, teve as contas públicas impactadas pelas alterações na cobrança do ICMS aprovadas no ano passado em mais de R$ 10 bilhões este ano.

Edição: Denise Griesinger

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