A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) e a Defensoria Pública da União (DPU) denunciaram às autoridades federais que um integrante do povo marubo teria sofrido um "ato de tortura" cometido por invasores da terra indígena. Segundo a Univaja, o caso ocorreu no último dia 3, quando a vítima do “ataque brutal” estava pescando próximo à aldeia Beija-Flor, sozinho, e foi cercado por pescadores ilegais que invadiram a Terra Indígena do Vale do Javari. De acordo com a entidade, os agressores acusaram o indígena de ter roubado seus pertences. Após ameaçá-lo de morte, amarram suas mãos e pés e o amordaçaram para que não conseguisse pedir socorro. E o abandonaram à deriva, em sua canoa, levando sua espingarda e seu telefone celular. Ainda segundo a entidade, o indígena só foi encontrado após cerca de 24 horas, tendo permanecido por todo o tempo à deriva, exposto à “situação de grave perigo”. A Univaja afirma que soube da ocorrência no último dia 6....
A Ecofor Ambiental, empresa do Grupo Marquise, mantém uma horta próximo ao Aterro Metropolitano, com verduras cultivadas pela equipe de agrônomos e garis, adubadas com material proveniente de compostagem.
As hortaliças cultivadas são distribuídas gratuitamente para a comunidade. Na última quinta (09/02), foi realizada uma ação em parceria com a Escola Maria Luiza do Vale Forte, que fica próximo ao aterro sanitário, com a distribuição de 100 kits de verduras para as famílias dos alunos da instituição.
A atividade teve como proposta incentivar a comunidade a fazer o descarte correto de resíduos. A população entregou cerca de 10 quilos de materiais como garrafas pet e papelão que foram destinados para reciclagem. Outras ações semelhantes serão realizadas, com calendário a ser divulgado posteriormente.
“A destinação correta dos resíduos permite que materiais como podação de árvores, frutas, verduras e legumes do mercado São Sebastião depositados no aterro se transformem em adubo por meio do processo de compostagem - que é posteriormente utilizado no cultivo de hortaliças - completando um ciclo mais sustentável e responsável socioambientalmente”, explica João Júlio, superintendente da Ecofor Ambiental.



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