A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) e a Defensoria Pública da União (DPU) denunciaram às autoridades federais que um integrante do povo marubo teria sofrido um "ato de tortura" cometido por invasores da terra indígena. Segundo a Univaja, o caso ocorreu no último dia 3, quando a vítima do “ataque brutal” estava pescando próximo à aldeia Beija-Flor, sozinho, e foi cercado por pescadores ilegais que invadiram a Terra Indígena do Vale do Javari. De acordo com a entidade, os agressores acusaram o indígena de ter roubado seus pertences. Após ameaçá-lo de morte, amarram suas mãos e pés e o amordaçaram para que não conseguisse pedir socorro. E o abandonaram à deriva, em sua canoa, levando sua espingarda e seu telefone celular. Ainda segundo a entidade, o indígena só foi encontrado após cerca de 24 horas, tendo permanecido por todo o tempo à deriva, exposto à “situação de grave perigo”. A Univaja afirma que soube da ocorrência no último dia 6....
PFF de Maranguape quando por volta de 1h, um motorista e sua esposa, desesperados, acionaram a equipe militar para atender o bebê do casal que havia se engasgado com leite materno.
O soldado Eduardo realizou com sucesso a manobra de desengasgo conhecida como “Manobra de Heimlich”, permitindo que o bebê voltasse a respirar normalmente. Em seguida, a equipe encaminhou a família à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, sendo o bebê entregue aos cuidados da equipe médica.
A ocorrência foi registrada na Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) e a disposição dos militares em prestar o socorro contribuiu para salvar a vida do bebê.
Assessoria de Comunicação da PMCE
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