O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....

Com foco total na próxima partida da temporada, o elenco do Vozão se reapresenta na tarde desta terça-feira (25), no CT de Porangabuçu. No domingo (30), o Alvinegro visita o ABC, pela terceira rodada da Série B. A partida acontecerá às 18h, no Frasqueirão.
A atividade de amanhã será a primeira das cinco programadas pelo clube antes de encarar a equipe potiguar. Recém contratado, o técnico Eduardo Barroca comandará o treinamento em Carlos de Alencar Pinto.
Essa será a primeira passagem de Barroca pelo futebol cearense. Além dele, chegam ao clube os auxiliares técnicos Bruno Lazaroni e Felipe Lucena.
Departamento de Comunicação - CSC
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