Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
Ferroviária e Flamengo iniciaram a 10ª rodada do Brasileirão Feminino A1 empatados na liderança, mas terminaram separados por duas posições. Após o triunfo da equipe carioca por 2 a 1 neste domingo (7), na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, o Rubro-Negro se isolou na ponta, com 27 pontos, enquanto as Guerreiras Grenás acabaram ultrapassadas pelo Corinthians: agora ocupam a terceira posição com 24 (o Timão tem 25). Crivelari e Darlene - nos minutos finais da partida - marcaram para o Flamengo, enquanto Aline Gomes descontou.
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